4 casos chocantes da história moderna desclassificados pela CIA

4 casos chocantes da história moderna desclassificados pela CIA1shares

A Agência Central de Inteligência Americana, mais conhecida como CIA, tem sido uma das organizações mais reconhecidas e polêmicas que já existiram até à data. Com isso, uma série de operações especiais foram realizadas vinculadas aos casos mais escandalosos, assustadores, terríveis, estranhos e até conspiratórios, dos quais temos conhecimento.

Devido a isso, muitos dos seus documentos mais importantes foram classificados com o objetivo de proteger a identidade do grande número de informantes, agentes secretos e, em suma, qualquer pessoa ligada de alguma forma à rede de informação que se dedicaram a criar durante todos esses anos.

Apesar disso, a administração do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou a decisão de desclassificar um volume significativo de seus arquivos, alcançando a figura extraordinária de pouco mais de 2.800 relatórios de interesse global. Dentro deles, há dados que poderiam mudar completamente a visão que temos de alguns dos personagens mais emblemáticos da nossa história como civilização e até mesmo da CIA. 

Hoje te apresentaremos os 4 casos mais famosos que você certamente vai querer descobrir mais assim que terminar de lê-los.

1. A conspiração para acabar com a vida do líder cubano Fidel Castro.

Em inúmeras ocasiões, o governo da ilha expôs esse fato ao mundo, mas não conseguiram reunir provas suficientes que comprovassem o plano da agência de inteligência americada de eliminar o comunista da revolução cubana Fidel Castro.

Os documentos revelados tratam de algumas negociações para definir um preço por sua cabeça.

E não apenas a sua, mas também a de outros líderes do país, como Ernesto "Che" Guevara e Raúl Casto.

A informação indica que o valor oscilava entre 1,3 e 1,5 milhão de dólares.

"Toda a polícia em alerta.

MUTIO PARA MATAR CASTRO!".

Para receber o dinheiro, eles deveriam apresentar provas convincentes de suas respectivas mortes.

Para surpresa de muitos, não parou por aí. Em outro arquivo foi detalhado um procedimento chamado "Operação Bounty", que teria sido projetado pelo Pentágono para derrubar o regime comunista da ilha e impor o domínio americano. 

2. Nomes dos presidentes do México que filtravam informações para a CIA.

A CIA construiu uma rede de espionagem emaranhada em todo o mundo para o fluxo de dados suficientemente importante que permitiria o desenvolvimento de seus planos. Entre os personagens mais importantes estão pelo menos três ex-presidentes da nação mexicana.

Esses dados transformam a concepção histórica desses líderes.

O jornalista Raymundo Riva Palacio publicou a seguinte nota: "A divulgação desses documentos possivelmente mudaria a história do México, quando se soube oficialmente que o presidente Adolfo López Mateos era empregado de um alto comando da CIA no México. Winston Scott, quem o recrutou como um ativo da agência, fez o mesmo com os presidentes Gustavo Díaz Ordaz e Luis Echeverría. Se todos soubessem dessa informação a tempo, o governo mexicano não entraria em colapso, mas López Mateos, Gustavo Díaz Ordaz e Luis Echeverria poderiam ter sido destituidos pelo único crime pelo qual um presidente pode ser julgado: traição a pátria".

Seu propósito era muito específico.

Eles queriam manter os movimentos estudantis que surgiram no país, como o de Tlatelolco ocorrido em 1968.

3. A morte simulada de Hitler.

Foi lido em um relatório apresentado no dia 3 de outubro de 1955 pelo agente da CIA designado para a cidade de Caracas (Venezuela), David Brixnor, o seguinte: "Adolfo Hitler ainda está vivo".

Ele também disse que tinha sido visto na Colômbia.

Mas que mudou sua identidade para Adolf Schrittel. Brixnor baseou seu relatório nos dados fornecidos por um de seus mais leais informantes, codificado como "Cimelody-3".

Aparentemente, o ex-soldado nazista Phillip Citroen foi quem deu sua localização.

O arquivo consiste em três páginas onde é claramente lido: "Phillip Citroen disse confidencialmente que Adolf Hitler ainda está vivo". O relatório de Brixnor concluiu dizendo: "Citroen comentou que, como 10 anos se passaram desde o final da Segunda Guerra Mundial, os Aliados já não podiam processar Hitler como um criminoso de guerra".

4. O mistério por trás do assassinato do presidente John F. Kennedy.

Esse fato chocou o mundo e gerou muitas dúvidas sobre se o governo dos EUA, especificamente a CIA, estava ciente dos planos do assassino e, se sim, por que não fez nada para impedir?

Nos documentos estão registradas algumas viagens do assassino, Lee Harvey Oswald, antes do fato.

Ele esteve na Cidade do México dias antes, onde visitou especificamente as embaixadas de Cuba e da União Soviética. Depois, conversou com um agente da unidade responsável pela sabotagem e assassinato da inteligência desse país, conhecido como Departamento 13.

Também pode ser lido que o FBI foi atrás de pistas um mês antes do assassinato.

Eles sabiam de alguma coisa porque toda essa atenção não tinha justificativa. O que ninguém entende é por que eles não fizeram nada para evitá-lo ... É triste perceber que o governo de uma grande potência mundial não se importou com o massacre de seu próprio presidente.

Dizem que, por este caso, a CIA se opõe completamente à desclassificação de documentos.

Se tudo isso for verdade, vivemos todo esse tempo com uma venda nos olhos sobre as verdadeiras intenções da Agência Central de Inteligência Americana. Para não mencionar que seria uma enorme desgraça para a segurança global.

Que outro caso você acha que pode estar nesses documentos? Deixe seu COMENTÁRIO e não se esqueça de COMPARTILHAR!

DEJANOS SABEN TU OPINION
TE LO RECOMENDAMOS
TU PUEDE INTERESAR