Eles ficaram chocados quando abriram um tronco e encontraram a múmia de um cachorro

Eles ficaram chocados quando abriram um tronco e encontraram a múmia de um cachorro2shares

Todos os dias há inúmeras descobertas e muitas delas sobre fatos que acabam se tornando fenômenos em todo o mundo, graças à divulgação de milhões de pessoas através das redes sociais e que são um verdadeiro reflexo de como era a vida no passado.

É por isso que hoje revelaremos o que está por trás de uma imagem que viralizou nas redes sociais sobre um cachorro que causou espanto no mundo, e cuja expressão assustava quem quer que o encontrasse.

Esta é a descoberta feita por alguns lenhadores no estado da Geórgia, Estados Unidos, que é arrepiante e foi compartilhada por alguns portais como uma descoberta que causa pânico em quem a vê, porque é um cão que aparentemente ficou preso dentro de uma árvore oca, e de acordo com alguns meios de comunicação, o cão morreu dentro do tronco e com o passar dos anos e décadas, teve seu corpo mumificado.

Isto é o que os lenhadores viram quando cortaram a árvore

A expressão do animal é de fúria e estava em uma posição muito marcante, e descobriu-se que o animal foi mumificado na mesma posição em que morreu, e presume-se que tudo aconteceu por estar perseguindo um guaxinim.

Seu lugar de descanso 

Depois de fazer uma descoberta tão incomum, os madeireiros pensaram que valia a pena guardá-lo para a posteridade e que muito mais pessoas poderiam saber sobre isso, então decidiram doar o tronco oco com o cão mumificado para o museu de árvores em Waycross, Geórgia, onde é a atração principal.

Colocaram uma porta de vidro com um parafuso para conservá-lo melhor

Isso evita que os elementos se deteriorem.

E até fizeram um concurso para "batizá-lo"

Por décadas, foi simplesmente chamado de "o cão mumificado", mas em 2002 o museu abriu um concurso para escolher o nome que seria dado, resultando no vencedor "Stuckie".

Ao lado de "Stuckie" eles colocaram uma placa explicativa de como aconteceu o processo de mumificação que o preservou até hoje

"Houve um efeito de chaminé na árvore oca, que resultou em uma corrente ascendente de ar. Isso fez com que o cheiro do animal morto se elevasse, o que de outra forma atrairia insetos e outros organismos que se alimentam de animais mortos. A árvore oca também forneceu condições relativamente secas, e o ácido tânico no carvalho ajudou a endurecer a pele do animal".

Acredita-se que Stuckie foi caçar na floresta com seu tutor e ficou preso na árvore na década de 60

Até hoje, é muito comum os caçadores usarem cães em suas jornadas.

O processo de mumificação de Stuckie foi bem rápido, ele foi encontrado em 1980, cerca 20 anos depois de sua morte.

Não se sabe se Stuckie era macho ou femêa, mas acredita-se que ele tinha uns 4 anos quando morreu

No museu, às vezes chamam Stuckie de "o cachorro petrificado", mas Stuckie é uma múmia, não um fóssil

Um fóssil é um cadáver que foi mineralizado e, portanto, é inorgânico. As partes porosas foram invadidas e substituídas por minerais. Em contraste, uma múmia ainda é tecido orgânico, mesmo que esteja morta.

Stuckie não é o único cão mumificado já encontrado

Em 2015, um grupo de cientistas descobriu um filhote mumificado por 12 mil anos e em perfeitas condições na Sibéria.

No México também encontraram um cachorro mumificado

Uma investigação sobre a venda de itens arqueológicos no mercado negro mexicano levou a isso.

Especialistas do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) fizeram uma importante descoberta

Um cão mumificado de cerca de 1000 anos, encontrado na Caverna da Candelária, em Coahuila, é o único que foi encontrado no México, até agora, nesta condição.

Um cão resgatado mil anos após a morte

O INAH indicou que conseguiu reintegrar o espécime às suas coleções arqueológicas depois de estar nas mãos de indivíduos, foram realizados raios-X e testes de DNA para estudá-lo.

Uma declaração do Instituto Nacional de Antropologia e História diz:

"Para a região norte do país, existem poucos esqueletos canídeos encontrados em contextos funerários pré-hispânicos, e este cão mumificado - com cerca de 42 centímetros de comprimento e 22 de altura - é o único encontrado no México sob tais condições".

São conhecidos casos semelhantes de cães mumificados no Peru e no Egito, de acordo com especialistas

Assim, a importância deste espécime mumificado nos dá um sinal claro do uso que eles também tiveram na região norte do continente americano.

Desvendando mistérios funerários

A descoberta "reforça a idéia de colocar os cães como companheiros dentro das tradições funerárias dos nômades da região".

Uma importante descoberta

A descoberta também mostra que, na data, na área, cães selvagens já haviam sido domesticados. Resta encontrar pistas para determinar seu verdadeiro uso, que poderia ser para a caça ou sua criação como alimento.

Os estudos revelaram um mistério

De forma preliminar, considera-se que a idade do cão mumificado oscila em torno de 1000 anos, embora esses dados sejam necessários com estudos de carbono 14.

Com isso, os arqueólogos encontraram um pedaço da história mexicana

Além do cão, o instituto recuperou 2500 materiais arqueológicos localizados na Cueva de la Candelaria, em 1953.

Um tesouro muito variado

Foram encontradas facas, flechas, arcos, bolsas e ornamentos como protetores de ouvido, colares e sandálias, que revelam como era a vida durante esse período remoto.

A compreensão dos rituais ancestrais

O processo revela conhecimento sobre os costumes fúnebres desenvolvidos pelos grupos aborígenes desde 800 dC., antes da chegada dos espanhóis no norte do México, no início do século XVII.

O arqueólogo Isaac Aquino Toledo do INAH afirmou:

"A múmia do cachorro será o primeiro elemento a ser analisado; Raios-X serão necessários para identificar lesões, patologias e, talvez, elucidar a possível causa da morte"

"Estudos de DNA, medidas do crânio, ossos e dentes serão feitos para determinar o tipo de espécie e família".

A caverna o conservou em bom estado

Os especialistas consideram que a mumificação do animal foi devido a causas naturais, devido às condições de umidade e ao clima que prevalece na Cueva de la Candelaria.

Aparentemente ele não morreu de forma violenta

Também acredita-se que ele tenha morrido de fome, porque as lesões preliminares não foram localizadas superficialmente.

Em breve saberemos tudo sobre o cachorro mumifiado encontrado no México

Os resultados dos estudos podem ser consultados no Sistema Único de Registro Público de Monumentos e Zonas Arqueológicas do INAH, que pode ser acessado pela Internet.

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