Humano 2.0: um chip implantado que permite fácil comunicação com as máquinas

Humano 2.0: um chip implantado que permite fácil comunicação com as máquinas12shares

Vivemos na era em que a tecnologia avança no ritmo mais rápido da história da humanidade, parece que não saímos do espanto causado por um novo gadget da última geração quando surge outro novo conceito revolucionário que promete tornar a vida mais fácil ou economizar o tempo que gastamos no trabalho.

Desta vez vamos falar sobre um programa piloto que está sendo realizado na Suécia, onde mais de 3.000 pessoas se tornaram parte do "humano 2.0" porque agora eles não só têm ossos, sangue e músculos sob a pele, mas também um implante formado por circuitos integrados e que permite interagir com as máquinas de forma mais simples e rápida, o melhor, tem o tamanho de um grão de arroz e é colocado sob a pele em questão de minutos.

Na Suécia, milhares de pessoas estão implantando microchips sob sua pele.

São minúsculos dispositivos eletrônicos colocados na mão alguns milímetros abaixo da camada superior da pele e servem como mecanismo de identificação, substituindo os cartões, IDs e cartões de identificação utilizados em quase todos os países.

Com esses implantes, o usuário pode se identificar simplesmente colocando a mão perto de um leitor eletrônico.

Cada implante é do tamanho de um grão de arroz e é programado para fornecer uma identidade única que está ligada ao usuário, permitindo-lhe, entre outras coisas, abrir a porta de sua casa, carro ou escritório, ou identificar-se na entrada da academia.

Mais de 3000 pessoas já colocaram o dispositivo de identificação.

É um procedimento simples, semelhante ao piercing, no qual o chip é inserido na pele da mão, entre o polegar e o indicador. A maioria dos usuários diz que sentiu apenas uma leve picada.

O dispositivo pode até mesmo ser usado para pagar por serviços.

A plataforma de tecnologia permite que ela seja usada de maneira semelhante a um cartão de crédito ou que automaticamente deduza dinheiro da conta do usuário simplesmente trazendo a mão do leitor e colocando uma senha.

Na verdade, a empresa ferroviária estatal SJ Rail começou a usar essa modalidade para receber.

Um leitor analisa os chips biométricos dos usuários e desconta o valor de suas contas.

A norte-americana Three Square Market também testou essa tecnologia com seus funcionários.

50 voluntários tiveram chips implantados que lhes permitem ter acesso ao prédio, comprar nas máquinas de venda automática, usar a copiadora e fazer login no seu computador.

Esta nova tendência tem sido chamada de "Biohacking": a integração da tecnologia no corpo humano.

Algumas pessoas expressaram a preocupação de que esta tecnologia poderia ser hackeada.

Outros temem que esses dispositivos possam ser usados para monitorar a população e violar sua privacidade.

Mas especialistas dizem que os dispositivos são tão simples que seria impossível hackear-los.

Para os entusiastas do Biohacking, esta é uma tendência imparável.

Hannes Sjöblad um especialista no campo diz que é apenas o próximo passo lógico após a popularização de telefones inteligentes e relógios.

"Quem quer um dispositivo desconfortável que você pode perder quando você pode implantar um computador sob os dedos", disse ele em 2015.

Não há dúvida de que este é um avanço que poderia facilitar nossas vidas.

Deixe seu comentário com a sua opinião sobre este novo avanço tecnológico.

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