Prostitutas com HIV cobram US $2 por cliente

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A epidemia de AIDS na África tornou-se um problema de saúde de proporções consideráveis, causada pela união de muitos fatores, como sistemas de prevenção pobres, falta de campanhas efetivas de educação sexual e também uma série de preconceitos enraizados na população contra do uso de preservativos, a principal ferramenta de proteção e prevenção do contagio dessa terrível doença.

Um dos países mais afetados é a nação empobrecida da Nigéria, este país da África Ocidental tem cerca de 140 milhões de pessoas e entre elas a terceira maior oblação de pessoas com HIV / AIDS no mundo, depois da Índia e África do Sul, a epidemia pode piorar ainda mais porque nos subúrbios da cidade de Lagos, existe um centro de prostituição que chamou a atenção dos repórteres e estrangeiros; no bairro de Badia instalou-se um grupo de prostitutas que cobram 2 dólares por cliente, isso é devido ao fato de que elas estão infectadas com o vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) e seus clientes sabem disso.

"Os Anjos da Morte"

Com nenhum outro meio de ganhar dinheiro, elas continuam a trabalhar como prostitutas apesar de terem contraído o vírus do HIV e, embora seus clientes saibam, o preço é tão barato que são visitadas por muitos homens, tornando-se um foco da propagação da AIDS. 

Elas são profissionais do sexo que sabem que seu tempo de vida está chegando ao fim

Infelizmente, devido ao estado precário dos sistemas de saúde da Nigéria, 80% dos infectados não têm acesso a tratamento médico, de acordo com dados fornecidos pelas Nações Unidas, de modo que a contração da doença é praticamente uma sentença de morte.

"Se você chegar de carro, você pode sentir o cheiro do vírus do HIV", disse um taxista a Tom Koene, repórter do The Mirror. Um comentário impróprio e desrespeitoso, mas o taxista assegurou ser o "humor negro" nigeriano.

"Quanto mais jovem e mais bonita é a garota, mais cara ela é", disse o taxista

"Os homens visitam prostitutas como se estivessem indo a uma padaria", acrescentou.

Muitas dessas garotas trabalham desde os 14 anos

As condições são muito difíceis porque não apenas enfrentam a doença, como também a constante ameaça de violência, violação, sequestro e roubo.

Algumas são exploradas por seus cafetões que ficam com uma boa parte do dinheiro que ganham

Muitas delas engravidam

De acordo com o número de clientes, elas ganham cerca de $10 por dia

As mulheres, muitas vezes, ficam em frente a uma sala para serem vistas por potenciais clientes

A única maneira de atraí-los é mostrando seu corpo

Em um dia elas atendem até 5 clientes

Todos os dias, muitas delas sofrem todos os tipos de assédio e violência, mas não têm para onde fugir

Uma história complicada, triste, mas real. Deixe seu comentário! 

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